Protestos por transparência na Caixa em Salvador
“Se a Caixa insistir em manter a postura autoritária na reunião de quarta-feira e não ofereça qualquer negociação razoável em torno da reestruturação e do PFG vai obrigar os empregados a aumentarem o nível de mobilização, mesmo antes da campanha salarial”, afirma o presidente da Federação da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza.
A luta contra o processo de reestruturação se deve pela falta de transparência do banco, que insiste em deixar o clima de insegurança entre os bancários. O Sindicato da Bahia tem insistido que o processo seja objeto de negociação, pois os únicos prejudicados com as perdas são os trabalhadores. Nesta quarta-feira (30/06), os empregados e a direção da Caixa discutem sobre o PFG (Plano de Funções Gratificadas) na mesa de negociação permanente, em Brasília.
