Representação dos empregados propõe manutenção do modelo de custeio do Saúde Caixa
Em reunião do Grupo de Trabalho Saúde Caixa desta quinta-feira (29/7), os representantes dos empregados apresentaram uma proposta de custeio do plano para 2022, mantendo o modelo atual, com contribuição de 70% da Caixa e 30% dos empregados, sem necessidade de reajuste.
A proposta mantém também o teto familiar anual em R$ 3.600, mensalidade de 3,5% do salário base para o titular do plano, mensalidade do dependente em 0,4% e teto de mensalidade 4,3% da renda bruta, além de franquia em pronto atendimento R$ 75,00 e coparticipação 30% por procedimento, exceto em internações, terapias oncológicas e pronto atendimento.
A proposição é embasada nos dados da consultoria atuarial que assessora a representação dos empregados no GT.
“Nós apresentamos a proposta à Caixa e mostramos que mesmo com a aplicação do teto de 6,5% da folha de pagamentos e proventos, como prevê o Estatuto, o plano se mantém sustentável e viável no modelo 70%/30%. Entendemos que esse modelo apresenta as premissas que defendemos, como pacto intergeracional, solidariedade e mutualismo”, disse a coordenadora do GT e da Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Uehara Proscholdt.
A Caixa pediu um detalhamento da simulação para analisar a proposta.
Os bancários solicitaram também a prorrogação do prazo para conclusão do GT, que se encerre neste sábado, 31 de julho. Eles lembram que a Caixa demorou para instalar o GT e para disponibilizar os dados necessários para apresentação de uma proposta pelos empregados.
O GT volta a se reunir nesta sexta-feira (30), às 14 horas.

