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Sindicato de Itabuna apoia greve dos vigilantes


Bancários só podem desempenhar as funções com segurança. Para valer essa proteção, segundo a lei federal de nº 7.102/83, é necessária a presença de, no mínimo, dois vigilantes em cada agência. Portanto, durante a greve da categoria, anunciada ontem, segunda-feira (25/02), as unidades bancárias devem ficar fechadas.

A paralisação por tempo indeterminado acontece porque algumas empresas de vigilância não estão pagando o adicional de periculosidade de 30%, sancionado pela presidenta Dilma Rousseff recentemente. A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe apoia a luta dos trabalhadores e reafirma que as agências devem ficar de portas fechadas até que a greve acabe.


A entidade lembra que as unidades são inseguras, fato que contribuí para o aumento dos ataques em todo o país e, sem vigilantes, as agências ficam ainda mais vulneráveis. Portanto, se o banco insistir em manter as portas abertas será responsabilizado por qualquer ocorrência que venha acontecer.


Segundo Jorge Barbosa, presidente do Sindicato dos Bancários de Itabuna, se os bancos querem suas agências funcionando normalmente, que pressionem as empresas de vigilância a cumprirem a lei e pagarem os justos 30% de adicional de periculosidade.

Bancos e multas - No ano passado, a Polícia Federal multou 13 bancos em R$ 3.557 milhões por descumprimento da lei federal de segurança. Entre as principais irregularidades cometidas pelas organizações financeiras destaca-se o número insuficiente de vigilantes nas unidades bancárias.


SEEB-Itabuna

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