Sindicato de Itabuna apoia greve dos vigilantes
A paralisação por tempo indeterminado
acontece porque algumas empresas de vigilância não estão pagando o
adicional de periculosidade de 30%, sancionado pela presidenta Dilma
Rousseff recentemente. A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe
apoia a luta dos trabalhadores e reafirma que as agências devem ficar de
portas fechadas até que a greve acabe.
A entidade lembra que as unidades são
inseguras, fato que contribuí para o aumento dos ataques em todo o país
e, sem vigilantes, as agências ficam ainda mais vulneráveis. Portanto,
se o banco insistir em manter as portas abertas será responsabilizado
por qualquer ocorrência que venha acontecer.
Segundo Jorge Barbosa, presidente do Sindicato dos Bancários de Itabuna, se os bancos querem suas agências funcionando normalmente, que pressionem as empresas de vigilância a cumprirem a lei e pagarem os justos 30% de adicional de periculosidade.
Bancos e multas - No ano passado, a Polícia Federal multou 13 bancos em R$ 3.557 milhões por descumprimento da lei federal de segurança. Entre as principais irregularidades cometidas pelas organizações financeiras destaca-se o número insuficiente de vigilantes nas unidades bancárias.
SEEB-Itabuna

