A luta contra a homofobia deve continuar
O 17 de maio é muito importante, pois é o Dia Internacional de Combate à Homofobia. Na mesma data em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional das Doenças, pois antes era reconhecida como transtorno mental. Desde então, se tornou símbolo de defesa por direitos humanos, pela diversidade sexual e contra a violência e o preconceito. No Brasil essa conquista faz parte do nosso calendário oficial desde 2010.
Apesar do país ter a maior parada gay do mundo e possuir um deputado homossexual assumido, a cada 27 horas um homossexual ou travesti é assassinado. Em 2016 foram documentados 113 assassinatos de LGBT, sem falar que o atual parlamento nacional não aprova leis que garantam a igualdade de direitos da comunidade LGBT, como o Projeto de Lei que criminaliza a homofobia.
A luta contra o modelo neoliberal, patriarcal, capitalista, machista, sexista, heteronormativo que exclui, invisibiliza, tortura e mata todos os dias, se apoderando dos direitos fundamentais e tirando o direito ao exercício da cidadania plena não pode parar jamais.

