BC volta atrás e vai fiscalizar parentes de políticos
Após afirmar que os parentes de políticos seriam retirados da lista de vigilância obrigatória dos bancos, o Banco Central voltou atrás e disse que vai reavaliar a medida. A decisão de não fiscalizar os mais próximos aos parlamentares gerou grande repercussão, já que a lista faz parte de um conjunto de medidas no combate à corrupção.
De acordo às regras vigentes, além dos políticos e autoridades do setor público, os parentes em primeiro grau têm vigilância reforçada nas suas movimentações bancárias, para coibir possíveis lavagens de dinheiro desviado dos recursos do estado.
Integrantes do Ministério Público e da Polícia Federal também repudiaram a declaração do Banco Central.
Por Rafael Santos

