Campanha contra abusos dos bancos em Salvador
Entre tantos problemas que afetam bancários e clientes, as tarifas abusivas, metas e as longas filas contribuem decisivamente para o aumento da precarização do atendimento e das condições de trabalho nas agências. Atento à ofensiva dos bancos contra a sociedade, o Sindicato dos Bancários da Bahia lançou campanha para conscientizar e chamar a atenção da população para os prejuízos que o setor financeiro tem provocado aos correntistas e trabalhadores em nome do lucro fácil e da exploração.
São duas peças de bussdoor que estão circulando em ônibus por toda Salvador, pelo cumprimento da Lei dos 15 Minutos, fim das taxas abusivas e das metas. O Sindicato destaca a necessidade de intensificar a fiscalização da lei, estimular denúncias de descumprimento e pressionar os banqueiros a ampliarem o número de agências e contratar mais empregados como forma de desafogar as unidades.
Apesar do lucro recorde, registrado a cada ano, os bancos desrespeitam o correntista com dezenas de tarifas e valores absurdos. Se falta tratamento digno aos clientes, com os trabalhadores não é diferente. O descaso com o bancário é comprovado pela pouca valorização do trabalho, exigências e metas absurdas e muito assédio moral. Como resultado, o surgimento de doenças ocupacionais como LER-Dort (Lesões por Esforço Repetitivo), uma realidade que precisa ser modificada.
São duas peças de bussdoor que estão circulando em ônibus por toda Salvador, pelo cumprimento da Lei dos 15 Minutos, fim das taxas abusivas e das metas. O Sindicato destaca a necessidade de intensificar a fiscalização da lei, estimular denúncias de descumprimento e pressionar os banqueiros a ampliarem o número de agências e contratar mais empregados como forma de desafogar as unidades.
Apesar do lucro recorde, registrado a cada ano, os bancos desrespeitam o correntista com dezenas de tarifas e valores absurdos. Se falta tratamento digno aos clientes, com os trabalhadores não é diferente. O descaso com o bancário é comprovado pela pouca valorização do trabalho, exigências e metas absurdas e muito assédio moral. Como resultado, o surgimento de doenças ocupacionais como LER-Dort (Lesões por Esforço Repetitivo), uma realidade que precisa ser modificada.

