Centrais pedem garantia de emprego em pacote anticrise
Dirigentes das maiores centrais sindicais do País vão encaminhar ao governo federal um documento contendo propostas de preservação do emprego e outras medidas que possam minimizar os efeitos da crise financeira internacional sobre a classe trabalhadora.
Os detalhes finais do texto, que será apresentado, nos próximos dias, aos ministros do Trabalho, Carlos Lupi, da Fazenda, Guido Mantega, e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estão sendo discutidos pelos líderes de seis centrais sindicais - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores, Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, União Geral dos Trabalhadores e Nova Central Sindical de Trabalhadores - em encontro que começou na manhã de hoje (17), no centro da capital.
Além da idéia de atrelar a liberação de recursos à garantia de emprego, os sindicalistas afirmam estar preocupados que a crise - que já motiva convocação de férias coletivas e licenças remuneradas - comece a ocasionar demissões em massa no inicio do próximo ano.
Entre as propostas feitas pelas centrais sindicais, está o repasse de recurso público para ampliar a liquidez do sistema bancário ou crédito ao setores produtivos.
Os representantes dos trabalhadores propõem ainda que os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e dos bancos públicos sejam investidos em habitação e saneamento. Isso funcionaria como uma contrapartida social ao uso desses recursos públicos para ajudar as empresas.
O documento traz ainda outras 16 reivindicações que aliviariam os possíveis impactos da crise no emprego e na renda dos brasileiros. Os sindicalistas também reforçam pedidos já feitos ao governo federal, como a ampliação do número de parcelas do seguro-desemprego para até dez meses. Hoje, o seguro é pago em até cinco parcelas. Os dirigentes devem agendar, ainda esta semana, uma audiência com o ministro do Trabalho e aguardam também uma data para tratar do assunto com o presidente Lula.
O encontro das centrais sindicais para finalizar o documento acontece desde a manhã de hoje, na sede da União Geral dos Trabalhadores (UGT), no centro da capital paulista. Participam do encontro representantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Central Única do Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e UGT.
Portal CTB com agências
Os detalhes finais do texto, que será apresentado, nos próximos dias, aos ministros do Trabalho, Carlos Lupi, da Fazenda, Guido Mantega, e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estão sendo discutidos pelos líderes de seis centrais sindicais - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores, Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, União Geral dos Trabalhadores e Nova Central Sindical de Trabalhadores - em encontro que começou na manhã de hoje (17), no centro da capital.
Além da idéia de atrelar a liberação de recursos à garantia de emprego, os sindicalistas afirmam estar preocupados que a crise - que já motiva convocação de férias coletivas e licenças remuneradas - comece a ocasionar demissões em massa no inicio do próximo ano.
Entre as propostas feitas pelas centrais sindicais, está o repasse de recurso público para ampliar a liquidez do sistema bancário ou crédito ao setores produtivos.
Os representantes dos trabalhadores propõem ainda que os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e dos bancos públicos sejam investidos em habitação e saneamento. Isso funcionaria como uma contrapartida social ao uso desses recursos públicos para ajudar as empresas.
O documento traz ainda outras 16 reivindicações que aliviariam os possíveis impactos da crise no emprego e na renda dos brasileiros. Os sindicalistas também reforçam pedidos já feitos ao governo federal, como a ampliação do número de parcelas do seguro-desemprego para até dez meses. Hoje, o seguro é pago em até cinco parcelas. Os dirigentes devem agendar, ainda esta semana, uma audiência com o ministro do Trabalho e aguardam também uma data para tratar do assunto com o presidente Lula.
O encontro das centrais sindicais para finalizar o documento acontece desde a manhã de hoje, na sede da União Geral dos Trabalhadores (UGT), no centro da capital paulista. Participam do encontro representantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Central Única do Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e UGT.
Portal CTB com agências

