Congresso dos Bancários da Bahia debate rumos da categoria
O 10º Congresso dos Bancários, promovido pelo Sindicato dos Bancários da Bahia, reuniu no final de semana cerca de 400 pessoas para debater as conquistas, definir novas mobilizações, o balanço da gestão e as perspectivas da categoria. O encontro terminou neste domingo (16/05). O deputado federal Daniel Almeida (PCdoB)
esteve presente no evento.

A participação do Sindicato da Bahia na luta da categoria, principalmente na eleição de políticos preocupados com os trabalhadores teve destaque. Na ocasião, a luta pela implantação do Call Center do Banco do Brasil no estado também foi lembrada. Participaram dos debates, o presidente do SBBA, Euclides Fagundes, os diretores Nole Fraga, Adelmo Andrade e Adilson Araújo.
No sábado (15/5), na abertura do congresso estiveram presentes representantes dos sindicatos do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Pará e Amapá, além da delegação internacional, representando bancários de Portugal, Uruguai, Colômbia,
Países Bascos e Peru.
A mesa tratou sobre a unidade e força da categoria na luta contra os banqueiros, o capitalismo e, principalmente, a exploração dos bancários e da sociedade. Outro destaque foram os impactos da crise financeira mundial sobre os trabalhadores e a necessidade de organização no espaço de trabalho, um direito da classe. Após a abertura do evento, os trabalhadores puderam debater também a conjuntura econômica e política do Brasil e do mundo.
A exposição do tema coube a Nivaldo Santana, vice-presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que mostrou a visão da Central sobre os reflexos da crise econômica na vida da população. "O sistema capitalista está vivendo uma grande crise e o Brasil pode sair fortalecido deste momento, que chegou na América Latina por último e com menor intensidade. Talvez por isso, nós estamos saindo antes da crise", afirmou.
Os bancários discutiram também a regulamentação do sistema financeiro, que mesmo sendo um dos mais conservadores do mundo favorece a concentração e os
lucros bilionários dos bancos. "Na década de 1980 havia mais de cem bancos no Brasil. Agora, temos apenas seis bancos nacionais, que controlam grande parte da economia e têm lucros bilionários em um trimestre", enfatizou Eduardo Navarro, coordenador do Ramo Financeiro da CTB e vice-presidente da FEEB-BA/SE.
Navarro apresentou também a proposta dos bancários classistas para uma regulamentação do sistema financeiro que privilegie os bancos públicos como fonte de desenvolvimento do país. O novo sistema cobraria também responsabilidade dos bancos privados, através do aumento das agências em pequenas cidades. Na parte da tarde, o congresso prosseguiu com o debate sobre a valorização da categoria.
Tese da CTB - O presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, e o vice-presidente da entidade, Eduardo Navarro, apresentaram a tese da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), que tratou, essencialmente, da necessidade de autonomia do movimento sindical e a crise de representatividade da classe.
Além disso, o presidente da Federação destacou a importância da valorização dos acordos específicos nos bancos públicos e criticou a enrolação nas mesas permanentes. Depois, foi aberto o debate para os congressistas, que cobraram melhores condições de trabalho, cumprimento dos acordos por parte dos bancos, segurança e a participação da base no dia-a-dia do Sindicato.

A participação do Sindicato da Bahia na luta da categoria, principalmente na eleição de políticos preocupados com os trabalhadores teve destaque. Na ocasião, a luta pela implantação do Call Center do Banco do Brasil no estado também foi lembrada. Participaram dos debates, o presidente do SBBA, Euclides Fagundes, os diretores Nole Fraga, Adelmo Andrade e Adilson Araújo.
No sábado (15/5), na abertura do congresso estiveram presentes representantes dos sindicatos do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Pará e Amapá, além da delegação internacional, representando bancários de Portugal, Uruguai, Colômbia,
Países Bascos e Peru.
A mesa tratou sobre a unidade e força da categoria na luta contra os banqueiros, o capitalismo e, principalmente, a exploração dos bancários e da sociedade. Outro destaque foram os impactos da crise financeira mundial sobre os trabalhadores e a necessidade de organização no espaço de trabalho, um direito da classe. Após a abertura do evento, os trabalhadores puderam debater também a conjuntura econômica e política do Brasil e do mundo.
A exposição do tema coube a Nivaldo Santana, vice-presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que mostrou a visão da Central sobre os reflexos da crise econômica na vida da população. "O sistema capitalista está vivendo uma grande crise e o Brasil pode sair fortalecido deste momento, que chegou na América Latina por último e com menor intensidade. Talvez por isso, nós estamos saindo antes da crise", afirmou.
Os bancários discutiram também a regulamentação do sistema financeiro, que mesmo sendo um dos mais conservadores do mundo favorece a concentração e os
lucros bilionários dos bancos. "Na década de 1980 havia mais de cem bancos no Brasil. Agora, temos apenas seis bancos nacionais, que controlam grande parte da economia e têm lucros bilionários em um trimestre", enfatizou Eduardo Navarro, coordenador do Ramo Financeiro da CTB e vice-presidente da FEEB-BA/SE.
Navarro apresentou também a proposta dos bancários classistas para uma regulamentação do sistema financeiro que privilegie os bancos públicos como fonte de desenvolvimento do país. O novo sistema cobraria também responsabilidade dos bancos privados, através do aumento das agências em pequenas cidades. Na parte da tarde, o congresso prosseguiu com o debate sobre a valorização da categoria.
Tese da CTB - O presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, e o vice-presidente da entidade, Eduardo Navarro, apresentaram a tese da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), que tratou, essencialmente, da necessidade de autonomia do movimento sindical e a crise de representatividade da classe.
Além disso, o presidente da Federação destacou a importância da valorização dos acordos específicos nos bancos públicos e criticou a enrolação nas mesas permanentes. Depois, foi aberto o debate para os congressistas, que cobraram melhores condições de trabalho, cumprimento dos acordos por parte dos bancos, segurança e a participação da base no dia-a-dia do Sindicato.

