O déficit da Previdência nos cinco primeiros meses deste ano foi de R$ 15,5 bilhões, 17% menor que d
O déficit da Previdência nos cinco primeiros meses deste ano foi de R$ 15,5 bilhões, 17% menor que de janeiro a maio de 2007. O aumento de empregos formais na economia foi apontado pelo secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, como o responsável pelo resultado.
Em maio, o déficit foi de R$ 2,8 bilhões, uma redução de 23% em comparação com o mesmo mês do ano passado. A arrecadação líquida teve queda de 1% no mês se comparada com abril, quando ficou em R$ 12,7 bilhões. O secretário explicou que a recuperação de créditos judiciais diminuiu 15% no período, o que provocou uma arrecadação menor.
Schwarzer estima que o déficit da Previdência neste ano seja de R$ 42 bilhões. Essa projeção é maior que a previsão incluída no decreto de programação orçamentária do governo, elaborada pelo Ministério do Planejamento, que estima déficit de R$ 38,1 bilhões para a Previdência em 2008.
Déficit em queda
Mesmo se a previsão do secretário se confirmar, será a primeira vez desde 1995 -quando o país começou a registrar resultado negativo nas contas da Previdência- que haverá queda nominal do déficit. No ano passado, o resultado foi negativo em R$ 47,5 bilhões, mas houve redução do déficit em proporção do PIB (Produto Interno Bruto), que foi de 1,8% em 2006 e 1,75% em 2007.
"Talvez eu seja excessivamente cauteloso. É factível a previsão de R$ 38 bilhões, não é impossível", disse o secretário.
A arrecadação da Previdência de janeiro a maio registrou crescimento de 10,3%, e somou R$ 61,4 bilhões. Nos cinco primeiros meses de 2007, a arrecadação previdênciária foi de R$ 55,7 bilhões. A redução do déficit foi possível porque a concessão de benefícios, incluindo os concedidos na Justiça, cresceu 3,5% no mesmo período e somou R$ 77 bilhões.
Em maio, houve queda na concessão de benefícios da Previdência de 1,1% em relação a abril, para R$ 15,4 bilhões. Schwarzer acredita que o aquecimento do mercado de trabalho provoca redução dos auxílios-doença. "O aumento de vagas dá oportunidade para as pessoas que estão recebendo o benefício por incapacidade retornem ao mercado de trabalho, principalmente os mais qualificados", disse. Em comparação com maio do ano passado, o aumento da concessão de benefícios foi de 2,2%.
Em maio, o déficit foi de R$ 2,8 bilhões, uma redução de 23% em comparação com o mesmo mês do ano passado. A arrecadação líquida teve queda de 1% no mês se comparada com abril, quando ficou em R$ 12,7 bilhões. O secretário explicou que a recuperação de créditos judiciais diminuiu 15% no período, o que provocou uma arrecadação menor.
Schwarzer estima que o déficit da Previdência neste ano seja de R$ 42 bilhões. Essa projeção é maior que a previsão incluída no decreto de programação orçamentária do governo, elaborada pelo Ministério do Planejamento, que estima déficit de R$ 38,1 bilhões para a Previdência em 2008.
Déficit em queda
Mesmo se a previsão do secretário se confirmar, será a primeira vez desde 1995 -quando o país começou a registrar resultado negativo nas contas da Previdência- que haverá queda nominal do déficit. No ano passado, o resultado foi negativo em R$ 47,5 bilhões, mas houve redução do déficit em proporção do PIB (Produto Interno Bruto), que foi de 1,8% em 2006 e 1,75% em 2007.
"Talvez eu seja excessivamente cauteloso. É factível a previsão de R$ 38 bilhões, não é impossível", disse o secretário.
A arrecadação da Previdência de janeiro a maio registrou crescimento de 10,3%, e somou R$ 61,4 bilhões. Nos cinco primeiros meses de 2007, a arrecadação previdênciária foi de R$ 55,7 bilhões. A redução do déficit foi possível porque a concessão de benefícios, incluindo os concedidos na Justiça, cresceu 3,5% no mesmo período e somou R$ 77 bilhões.
Em maio, houve queda na concessão de benefícios da Previdência de 1,1% em relação a abril, para R$ 15,4 bilhões. Schwarzer acredita que o aquecimento do mercado de trabalho provoca redução dos auxílios-doença. "O aumento de vagas dá oportunidade para as pessoas que estão recebendo o benefício por incapacidade retornem ao mercado de trabalho, principalmente os mais qualificados", disse. Em comparação com maio do ano passado, o aumento da concessão de benefícios foi de 2,2%.

