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redes sociais 2023

Pesquisa revela o que a “classe média” quer para o futuro

Quando o assunto é projeto de vida, o que a "classe média" brasileira deseja é ter estabilidade econômica, segundo mostrou pesquisa divulgada nesta quarta-feira (11). Entenda, no caso, por "classe média", os estratos sociais emergentes.

Realizada pela McCann Erickson, em parceria com o Instituto Data Popular, a pesquisa revelou que 82% da "classe média" brasileira acredita que estabilidade financeira é prioritária e que nem sempre está associada ao trabalho formal.

No topo da lista sobre projetos de vida, ainda estão trocar a mobília da casa, reservar quantias maiores para o lazer da família e custear a faculdade dos filhos.

"A preocupação com a educação dos jovens é expressiva quando o quesito investimentos é observado e o que também cresceu é o desejo dos próprios pais em concluir seus estudos", afirmou o vice-presidente da McCann Erickson, Aloísio Pinto.


Futuro
Quando questionados sobre os projetos futuros, a aquisição de carro - de preferência zero quilômetro - para uso da família recebeu a resposta de metade dos entrevistados. Dentre as formas de alcançar esse objetivo, 44% da amostra afirmou ser por meio do financiamento em 36 meses.

Esses setores emergentes mostraram um perfil conservador em relação a alguns projetos. Como exemplo, 53% responderam que querem continuar a viver em seu bairro atual e 71%, na cidade onde residem atualmente.


Estrato social
A pesquisa foi realizada com mil questionários aplicados nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Goiânia, em casais com renda mensal de R$ 1 mil e R$ 2 mil, de 20 a 65 anos de idade.

Uma das conclusões é de que a "classe média" emergentes identifica diferenças claras de consumo entre seus estratos (pobres, "classe média" alta e ricos).

Tem ainda a consciência de que pode comprar, mas quer mais e melhor. "O desejo prioritário da classe [estrato] C é hoje consumir sem preocupação e aprender a se comportar como classe média", afirmou Aloísio.

Os dados mostraram que 47% dessa categoria social se define como ‘classe média baixa'. Eles têm a necessidade de priorizar gastos, carregam sempre uma pendência financeira, mas não sofrem com falta de alimentos.

"É curioso perceber que a classe C deseja consumir mais, mas não demonstra preocupação em mudar de classe".
 
Com InfoMoney

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