População solidária à greve da categoria
A sociedade é solidária à greve dos bancários e não cai nas armadilhas dos bancos, que utilizam os grandes meios de comunicação para expor a categoria. Os clientes dão apoio desde o primeiro dia de paralisação por tempo indeterminado.
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É o caso de Fernanda Oliveira, correntista da Caixa. "Quando se reivindica direitos, uma greve nunca é injusta". Mesma opinião tem Carlito Oliveira, cliente do Santander. Ele ressalta que é essencial os bancos contratarem para otimizar o tempo da população.
A dona de casa, Maria Lúcia do Carmo, diz que se fosse bancária aderia, com certeza. "Tem de ter união entre os trabalhadores, já que os bancos não querem pagar o que a categoria pede. Se pagassem, a greve seria evitada". A declaração é uma bela mostra de que a unidade é fundamental.
Quando o assunto é pagamento de conta, também não há reclamações. "Não tenho problemas em efetuar transações. Faço muita coisa pela internet", diz João Souza. O comerciante destaca ainda que o setor financeiro deveria atender as reivindicações dos funcionários, já que tem lucro alto.
É verdade. Os bancos obtiveram lucratividade de R$ 29,7 bilhões no primeiro semestre de 2016. Para o ano, a expectativa é de lucro recorde. Realmente, não tem como negar as demandas.
Fonte; SEEB-BA

