Reunião sexta-feira na CTB vai preparar ato do dia 22
Sexta-feira, 18-7, às 10 horas, será realizada uma reunião na sede nacional da CTB em São Paulo com a presença de dirigentes das centrais sindicais, cujo objetivo é preparar a manifestação contra a alta dos juros diante do Banco Central no próximo dia 22. Todas as centrais foram convidadas e a maioria já confirmou participação.
A idéia é realizar um ato unitário no dia 22, sob a bandeira de "menos juros e mais desenvolvimento" para transmitir à sociedade o repúdio dos movimentos sociais à política monetária do Banco Central. No dia seguinte, 23-7, o Comitê de Política Monetária do BC (Copom) se reúne mais uma vez e, segundo todas as expectativas, deve determinar um novo aumento da taxa básica de juros - Selic.
O pretexto é o combate à inflação, mas na opinião do presidente da CTB, Wagner Gomes, "não há teoria econômica que respalde esta política conservadora do Banco Central. O Brasil já tem as mais altas taxas reais de juros de todo o mundo. Conclamamos o povo brasileiro e as forças progressistas ao protesto neste momento, pois não podemos ficar de braços cruzados contra mais esta iniciativa conservadora, que compromete o crescimento sustentado da economia nacional, com sérios prejuízos para os salários e o emprego. Uma nova alta dos juros será um retrocesso social inaceitável", arrematou.
Os manifestantes devem pedir a cabeça do presidente do BC, Henrique Meirelles, bem como a democratização e ampliação do Conselho Monetário Nacional. A sede nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), onde ocorrerá a reunião de sexta-feira, fica na Avenida Liberdade, 113, 4º andar, no bairro Liberdade, centro da capital paulista.
A idéia é realizar um ato unitário no dia 22, sob a bandeira de "menos juros e mais desenvolvimento" para transmitir à sociedade o repúdio dos movimentos sociais à política monetária do Banco Central. No dia seguinte, 23-7, o Comitê de Política Monetária do BC (Copom) se reúne mais uma vez e, segundo todas as expectativas, deve determinar um novo aumento da taxa básica de juros - Selic.
O pretexto é o combate à inflação, mas na opinião do presidente da CTB, Wagner Gomes, "não há teoria econômica que respalde esta política conservadora do Banco Central. O Brasil já tem as mais altas taxas reais de juros de todo o mundo. Conclamamos o povo brasileiro e as forças progressistas ao protesto neste momento, pois não podemos ficar de braços cruzados contra mais esta iniciativa conservadora, que compromete o crescimento sustentado da economia nacional, com sérios prejuízos para os salários e o emprego. Uma nova alta dos juros será um retrocesso social inaceitável", arrematou.
Os manifestantes devem pedir a cabeça do presidente do BC, Henrique Meirelles, bem como a democratização e ampliação do Conselho Monetário Nacional. A sede nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), onde ocorrerá a reunião de sexta-feira, fica na Avenida Liberdade, 113, 4º andar, no bairro Liberdade, centro da capital paulista.

