SEEB-Itabuna: Viva a greve, a greve é nossa!
Com certeza nossa categoria está de parabéns. Esta foi a greve que obteve a maior adesão desde 2003, fomos à luta e voltamos ao trabalho de cabeça erguida, com o moral em alta, com a auto-estima elevada. Depois de 14 dias de intensa greve, finalmente os banqueiros apresentaram uma proposta digna de acordo, garantindo de 1 a 2,85% de ganho real, mais avanços na PLR.
"Apesar de você..." Apesar das pressões, das ameaças, da falta de ética, dos malditos, falaciosos e injustificados interditos proibitórios que muito nos dificultaram. Apesar da interpretação conservadora de certos juízes que entendem que o direito patrimonial está acima do direito social, que a posse predomina, que o objetivo dos trabalhadores em greve é tomar de assalto e ocupar as agências bancárias, correndo todos os riscos por tais atos, inequivocamente ilegais. Apesar de tudo isso, todas essas práticas foram derrotadas pela mobilização da categoria bancária que não concorda em ver os banqueiros auferirem lucros bilionários e o piso da categoria achatado.
Em nossa base territorial esta foi acima de tudo uma greve tão forte que quebrou paradigmas: a maior assembléia de deflagração de greve desde 2003; a greve que obteve a participação de todas as agências e postos do Banco do Brasil; a única greve desde 2003 que paralisou por dois dias (10 e 13/10) todas as agências bancárias de Itabuna; a primeira greve desde 2003 que paralisou agências do Bradesco - Itabuna (8, 10 e 13/10), Urbana (10 e 13/10), Camacan (20 e 21/10); mesmo no final do movimento, nos dias 17 e 21 manteve a greve nos bancos que não estavam sob liminares de interdito.
Nosso reconhecimento: a juíza da Justiça do Trabalho, Drª Jeana Silva Sobral, que de maneira moderna e dinâmica não concedeu liminar de interdito proibitório ao Bradesco e ao ABN/Real. Nossos agradecimentos aos clientes e usuários dos serviços bancários que entenderam e apoiaram nossa luta. Mais cedo ou mais tarde o mundo será dos trabalhadores. A luta continua, o tempo não pára!
OUSAR, LUTAR, CONQUISTAR!
"Apesar de você..." Apesar das pressões, das ameaças, da falta de ética, dos malditos, falaciosos e injustificados interditos proibitórios que muito nos dificultaram. Apesar da interpretação conservadora de certos juízes que entendem que o direito patrimonial está acima do direito social, que a posse predomina, que o objetivo dos trabalhadores em greve é tomar de assalto e ocupar as agências bancárias, correndo todos os riscos por tais atos, inequivocamente ilegais. Apesar de tudo isso, todas essas práticas foram derrotadas pela mobilização da categoria bancária que não concorda em ver os banqueiros auferirem lucros bilionários e o piso da categoria achatado.
Em nossa base territorial esta foi acima de tudo uma greve tão forte que quebrou paradigmas: a maior assembléia de deflagração de greve desde 2003; a greve que obteve a participação de todas as agências e postos do Banco do Brasil; a única greve desde 2003 que paralisou por dois dias (10 e 13/10) todas as agências bancárias de Itabuna; a primeira greve desde 2003 que paralisou agências do Bradesco - Itabuna (8, 10 e 13/10), Urbana (10 e 13/10), Camacan (20 e 21/10); mesmo no final do movimento, nos dias 17 e 21 manteve a greve nos bancos que não estavam sob liminares de interdito.
Nosso reconhecimento: a juíza da Justiça do Trabalho, Drª Jeana Silva Sobral, que de maneira moderna e dinâmica não concedeu liminar de interdito proibitório ao Bradesco e ao ABN/Real. Nossos agradecimentos aos clientes e usuários dos serviços bancários que entenderam e apoiaram nossa luta. Mais cedo ou mais tarde o mundo será dos trabalhadores. A luta continua, o tempo não pára!
OUSAR, LUTAR, CONQUISTAR!

