Senado aprova correção de 4,5% para a tabela do Imposto de Renda
Entre os itens aprovados está a possibilidade de, a partir de agora, deduzir despesas com planos de saúde pagos a empregados domésticos com limite de R$ 500 ao ano e com apenas um trabalhador por declaração.
"Esse número (4,5%) não surgiu do nada", afirmou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). "Reflete a busca para chegarmos a um número de inflação que seja aceitável, no centro de sua meta", acrescentou. Ele criticou o governo Fernando Henrique Cardoso, que durante os oito anos de mandato reajustou a tabela apenas em 1995 e 2001.
Uma das emendas rejeitadas, do senador Ranfolfe Rodrigues (PSOL-AP), previa aumento do limite de isenção para R$ 2.311,00. O parlamentar afirmou que a tabela aprovada prejudica a classe média.
A tabela segue com quatro faixas de desconto: 7,5%, 15%, 22,5% e 27,5%. O texto segue para sanção da presidenta Dilma Rouseff.

