Série de reuniões discutem segurança bancária em Brasília
A primeira semana de setembro começa agitada para os dirigentes sindicais que discutem Segurança Bancária. Na segunda-feira, dia 1º, às 14h, acontece a reunião do Grupo de Trabalho de Segurança. Na terça-feira, dia 02, às 9h, se realiza a reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (Cecasp), onde serão julgados os processos de autuações contra as instituições financeiras. Já na tarde da terça e durante o dia de quarta, dia 03, estará sendo debatido por esta Comissão as propostas de alteração da Legislação sobre Segurança Privada. Todas as reuniões acontecerão em Brasília.
Na segunda, o ponto alto da reunião será a discussão das propostas debatidas pelos bancários a serem apresentadas na reunião do dia 03. Dentre elas destacam-se: necessidade de vedação de transporte de valores e malotes realizados por bancários; proibição de posse e guarda da chave dos cofres nas mãos dos bancários; maior rigor quanto a negligência dos bancos em relação à segurança de bancários, vigilantes, clientes e usuários e não privatização da segurança pública.
Na terça, serão julgados os processos nos quais as instituições financeiras e empresas de segurança que foram autuadas por irregularidades e infrações à lei 7.102/83 que dispõe sobre segurança privada. Estarão em pauta mais de 400 processos.
No final do segundo e terceiro dia de reuniões, será iniciado os debates sobre a redação final da proposta de lei que pretende alterar a legislação de segurança bancária vigente, trazendo várias inovações, tais como: a inclusão da porta de segurança; a criação do cadastro nacional de segurança privada; e o sistema nacional de segurança privada.
Na segunda, o ponto alto da reunião será a discussão das propostas debatidas pelos bancários a serem apresentadas na reunião do dia 03. Dentre elas destacam-se: necessidade de vedação de transporte de valores e malotes realizados por bancários; proibição de posse e guarda da chave dos cofres nas mãos dos bancários; maior rigor quanto a negligência dos bancos em relação à segurança de bancários, vigilantes, clientes e usuários e não privatização da segurança pública.
Na terça, serão julgados os processos nos quais as instituições financeiras e empresas de segurança que foram autuadas por irregularidades e infrações à lei 7.102/83 que dispõe sobre segurança privada. Estarão em pauta mais de 400 processos.
No final do segundo e terceiro dia de reuniões, será iniciado os debates sobre a redação final da proposta de lei que pretende alterar a legislação de segurança bancária vigente, trazendo várias inovações, tais como: a inclusão da porta de segurança; a criação do cadastro nacional de segurança privada; e o sistema nacional de segurança privada.

