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Bancários entregam minuta de reivindicações à Fenaban

24.6.26 entrega minuta fenaban e54c0

O Comando Nacional dos Bancários entregou a minuta de reinvindicações para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), nesta quarta-feira (24/6), iniciando oficialmente a Campanha Salarial Unificada 2026. A categoria defende aumento real de salário, garantia de emprego e saúde, além da manutenção dos direitos presentes na atual Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que deve ter a assinatura renovada até a véspera da data-base da categoria, em 1º de setembro.

A primeira mesa de negociação da Campanha Nacional Unificada também já tem data marcada. Será no dia 2 de julho, em São Paulo.

A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe foi representada no encontro pelo presidente do Sindicato de Sergipe, Adilson Azevedo. Em sua saudação, ele falou da preocupação com o cenário atual, no qual os bancos registram lucros bilionários, enquanto fecham e postos de trabalho. Mas, reforçou a expectativa de que o processo de negociação avance no sentido de construir um sistema financeiro mais comprometido com o desenvolvimento do Brasil, com a geração e preservação de empregos e com a valorização de seus trabalhadores e trabalhadoras.

“Lutaremos por mais respeito à categoria bancária, pela manutenção dos empregos, por condições dignas de trabalho, saúde, remuneração justa e pela ampliação dos direitos conquistados ao longo de décadas de organização e luta sindical. Que esta mesa de negociação seja marcada pelo diálogo, pela responsabilidade social e pelo compromisso com aqueles que constroem diariamente os resultados do setor bancário”, ressaltou Adilson Azevedo.

Os principais eixos da pauta de reivindicações da categoria são:

- 5% de aumento real no salário e nas demais verbas, como PLR, VA e VR;

- Fim das metas abusivas;

- Manutenção do formato atual da PLR (percentual do salário mais parcela fixa e adicional);

- Manutenção dos direitos conquistados;

- Manutenção da mesa única, da CCT para toda a categoria e dos direitos já conquistados;

- Defesa do emprego bancário;

- Defesa dos bancos públicos;

- Distribuição melhor dos ganhos da tecnologia, com o fim do monitoramento excessivo no teletrabalho, preservando a privacidade do bancário.

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